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Congresso nacional debate importância dos consórcios intermunicipais de saúde

 

Publicado em: 25/11/2020 12:30 | Fonte/Agência: Comunicação Social CISBAF | Autor: Claudia Souza

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Cisbaf apresenta sua expertise na Baixada Fluminense

  

Compartilhar as experiências, desafios e conquistas dos consórcios de saúde foram alguns dos objetivos do painel “Boas Práticas em Consórcios Públicos de Saúde”, ocorrido durante o Conacon - Congresso Nacional On-line dos Consórcios Intermunicipais, nos dias 24 e 25 de novembro. Um dos convidados, o Cisbaf – Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense, representado pela secretária executiva, Rosangela Bello, falou da sua formação, apresentou características, principais iniciativas e desafios nos âmbitos estadual e federal.

   Na sua apresentação, Bello destacou a implantação e a regulação do SAMU 192 – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência que integra 12 municípios da Baixada Fluminense, o aporte tecnológico feito junto aos serviços de urgência e emergência (SAMU 192, UPAs – Unidade de Pronto-Atendimento e UPHs – Unidade Pré-Hospitalar), a criação de plataforma para capacitação remota dos profissionais de saúde dos municípios, a realização de licitações regionais, a oferta de procedimentos da atenção especializada através do Programa Marque Fácil, bem como a parceria com o Programa Todos Pela Saúde e a Amil que possibilitou a distribuição de cerca de R$ 13 milhões em doações de respiradores, monitores e equipamentos de proteção individual.

            O Conacon reuniu autoridades, técnicos e gestores que estão em busca de informações sobre o movimento crescente no país dos consórcios intermunicipais. O evento, realizado totalmente no formato remoto, objetiva ainda a unificação das demandas a serem apresentadas ao Governo Federal e ao Congresso Nacional.

            – Os consórcios são um instrumento de gestão importantíssimo para os pequenos e grandes municípios, pois por meio do debate coletivo se dará a construção regional da saúde. É impossível um município dar conta da vacina à cirurgia cardíaca. O SUS é regional e precisa se organizar em regiões – enfatizou Rosangela.

            A secretária executiva finalizou a sua apresentação sinalizando alguns desafios ao crescimento e fortalecimento dos consórcios intermunicipais de saúde, como a ausência de políticas indutivas e de incentivo por parte do Ministério da Saúde e do estado, dificuldade em captar recursos de emendas parlamentares, entraves para a consolidação dos consórcios como instrumento de gestão da regionalização.