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Atendimento de urgência às gestantes é tema de palestra na Baixada

 

Publicado em: 30/04/2015 19:09 | Fonte/Agência: CISBAF | Autor: Cisbaf

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Abril

As principais condutas de atendimento nos casos de urgência obstétrica foram tema de palestra para os enfermeiros que atuam nas bases municipais descentralizadas do Samu 192 da Baixada Fluminense e nas unidades de Atenção Básica. A capacitação, realizada nesta terça-feira (28), na sede do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, faz parte do Curso de Formação de Multiplicadores em Educação Permanente do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, promovido pelo Cisbaf, através do Núcleo Regional de Educação Permanente/Telessaúde da Baixada Fluminense.

Para debater o tema com maior riqueza de detalhes, a obstetra Dra. Silvana Maria Tabosa Carvalho da Silva, usou um boneco simulador. O manequim simula uma gestação, com bebê, cordão umbilical e placenta. Segundo a especialista, fica muito mais fácil entender a dinâmica de atendimento com a utilização desse material. “A capacitação enriquece com o uso do simulador, pois podemos mostrar detalhes das situações que podem ocorrer nos casos de urgência obstétrica. Após as explicações, os profissionais têm a chance de manipular o material, concluindo, dessa forma, o aprendizado”, explica.

Durante a palestra, Dra. Silvana citou os principais problemas que podem levar a um atendimento de urgência obstétrica, como hipertensão arterial, hemorragias, cardiopatias, parada cardiorrespiratória, asma grave, infecções, epilepsia, altos níveis de glicose no sangue, bem como obstrução de artérias ou veias por coágulos. A conduta orientada aos profissionais é identificar os principais sintomas e realizar os primeiros procedimentos que visem à manutenção da vida da gestante e, se possível, do bebê, até a chegada ao hospital.  

– No treinamento a equipe do Samu tem a oportunidade de atualizar e padronizar os procedimentos realizados em toda a região. E para os profissionais da Atenção Básica os conhecimentos são importantes porque a gestante que esteja passando por um mal súbito pode procurar primeiramente uma unidade básica municipal e a equipe precisa estar preparada para prestar a assistência adequada – destaca a coordenadora do NEP/Cisbaf, Dra. Sônia Zimbaro.

 

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